Diz o ditado popular que o bom fruto não cai longe do pé. Se ainda estivessem aqui, seu Franscisco e Dona Maria Aparecida assinariam embaixo, ao falar do filho, Tadeu Filippelli.
O menino que nasceu em Catanduva e sonhava ser engenheiro, encontrou seu rumo vindo para Brasília no final da década de 60.
Os traços de Niemeyer e Lúcio Costa, que moldaram a cidade, marcaram o destino daquele menino sonhador, que fazia longos trajetos a pé, nas noites de uma Brasília ainda incompleta.
Não por acaso, o amor por Brasília rendeu a Filippelli uma família e três filhos. Não por acaso, o menino sonhador, que virou engenheiro, tornou-se um homem público respeitado.
Filippelli sempre apareceu pouco. O que aparecia mesmo era a força do seu trabalho, a sua obstinação por transformar sonhos em realidade.
Nos últimos quarenta anos ele dedicou-se a vencer desafios e a ajudar a construir uma cidade melhor, uma Brasília moderna e justa.
Coordenou a criação de assentamentos, que depois viraram grandes cidades. As marcas do trabalho de Filippelli estão espalhadas em ruas, escolas, casas, viadutos e estradas. E estão bem vivas na memória dos moradores da Vila Planalto, de São Sebastião e de Águas Claras.
O engenheiro, filho de agricultor, virou em Brasília o tocador de obras, o maestro das grandes transformações do Distrito Federal.
A vida fez de Filippelli um político com P maiúsculo. Presidindo o PMDB, se encarregou de livrar o partido de velhos hábitos e de práticas ultrapassadas.
Chegou à Câmara Federal e desempenhou um papel de articulador, Congresso. Em seu último mandato como deputado federal, assumiu a presidência da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara, e ajudou a aprovar alguns dos projetos mais importantes para o desenvolvimento do país.
Sob o seu comando, o PMDB-DF se fortaleceu nas dificuldades e Filippeli se consolidou como um grande líder. O partido enfrentou unido a maior crise política da história de Brasília. E outra vez, o papel de Filippelli teve destaque na busca persistente do equilíbrio e da normalidade.
Esse período de turbulência política marcou o início do caminho que resultaria na união das principais forças políticas em defesa do Distrito Federal.
Hoje, Tadeu Filippelli é vice-governador do Distrito Federal. E, junto com Agnelo, está ajudando a passar a limpo o passado e escrevendo uma nova história para a nossa terra.
O menino que nasceu em Catanduva e sonhava ser engenheiro, encontrou seu rumo vindo para Brasília no final da década de 60.
Os traços de Niemeyer e Lúcio Costa, que moldaram a cidade, marcaram o destino daquele menino sonhador, que fazia longos trajetos a pé, nas noites de uma Brasília ainda incompleta.
Não por acaso, o amor por Brasília rendeu a Filippelli uma família e três filhos. Não por acaso, o menino sonhador, que virou engenheiro, tornou-se um homem público respeitado.
Filippelli sempre apareceu pouco. O que aparecia mesmo era a força do seu trabalho, a sua obstinação por transformar sonhos em realidade.
Nos últimos quarenta anos ele dedicou-se a vencer desafios e a ajudar a construir uma cidade melhor, uma Brasília moderna e justa.
Coordenou a criação de assentamentos, que depois viraram grandes cidades. As marcas do trabalho de Filippelli estão espalhadas em ruas, escolas, casas, viadutos e estradas. E estão bem vivas na memória dos moradores da Vila Planalto, de São Sebastião e de Águas Claras.
O engenheiro, filho de agricultor, virou em Brasília o tocador de obras, o maestro das grandes transformações do Distrito Federal.
A vida fez de Filippelli um político com P maiúsculo. Presidindo o PMDB, se encarregou de livrar o partido de velhos hábitos e de práticas ultrapassadas.
Chegou à Câmara Federal e desempenhou um papel de articulador, Congresso. Em seu último mandato como deputado federal, assumiu a presidência da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara, e ajudou a aprovar alguns dos projetos mais importantes para o desenvolvimento do país.
Sob o seu comando, o PMDB-DF se fortaleceu nas dificuldades e Filippeli se consolidou como um grande líder. O partido enfrentou unido a maior crise política da história de Brasília. E outra vez, o papel de Filippelli teve destaque na busca persistente do equilíbrio e da normalidade.
Esse período de turbulência política marcou o início do caminho que resultaria na união das principais forças políticas em defesa do Distrito Federal.
Hoje, Tadeu Filippelli é vice-governador do Distrito Federal. E, junto com Agnelo, está ajudando a passar a limpo o passado e escrevendo uma nova história para a nossa terra.
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